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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Lançamento do livro "IDIOSSINCRASIAS II!

IDIOSSINCRASIAS II – Espólios em versos e prosas, por HENRIQUE MUSASHI - 2014.


Sinopse: Este livro é uma fascinante coletânea de versos e prosas que o autor, Henrique Musashi, decidiu retirar da sua íntima gaveta e partilhar com os seus estimados leitores. Nestes textos estão impregnados sentimentos de tristeza, amizade, solidão, paixão, amor, desejo, humor e destiladas algumas críticas a comportamentos religiosos, políticos, sociais e culturais baseados na dissimulação, traição, mentira, preconceito, corrupção. Também faz charmosas homenagens a pessoas queridas e torna públicos poemas que lhes foram dedicados por algumas amigas. É mais uma obra organizada com prazer pelo escritor e que todo apreciador de uma boa literatura pode se deliciar ao ler, é um encantamento poético para aqueles de espírito romântico e traz ares de sensibilidade crítica a quem está sempre acessível à reflexão. Leia e deleite-se!

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VEJA outras obras literárias
de HENRIQUE MUSASHI!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

STAR TREK: Capitão Kirk e Spock em Aracati.



Legendando a fotomontagem...



Aracati, data estelar: 21072014...

Assim como em STAR TREK IV o Capitão Kirk e Spock voltaram ao passado, mas, desta vez, para o século XXI. E além de todas as “panes” da nave, o equipamento de áudio da USS ENTERPRISE queimou e só teria uma pessoa, em nosso século, capaz de entender e consertar essa bagunça:
- Quem Capitão?
- Ricardo, filho de "Manezim de Lucileide de Bruno de Afinha"... Ou "Cardo de Lucileide de Manezim de Maria de Marco da Dora".
- Nomes estranhos e peculiares para a mesma pessoa!
- Na verdade, as pessoas no século XX determinavam nomes pela árvore genealógica!
- Fascinante, mas quais as qualificações dele, capitão?
- Não sei... Todas, talvez... É o que a população local me indicou...
- Você tem certeza disso?
- NÃO, SR. SPOCK, mas dizem que ele é o melhor!
- E o que sabemos sobre ele?
- É um lutador e uma espécie de gênio local, sem formação acadêmica em eletrônica, neste século!
- Acha que é seguro, Jim?
- Não sei... Vamos ver se ele nos recebe!
- Isso me parece ilógico, capitão... Procurar ajuda de alguém com base nas idiossincrasias locais!
Capitão Kirk sorri com o canto da boca e diz:
- É tudo que temos... Tenha fé, Sr. Spock!
- Mas...
- Sem “mas”... O “cara é bom” e o serviço é garantido... Ele sabe fazer uma tal de “gambiarra”...
- “Gambi” o que?
-...arra! 
- Não faz nenhum sentido, capitão!
- Faria sentido para a Tenente Uhura, mas não estamos aqui pela linguística!
- Entendo... – disse Spock levantando as sobrancelhas – A propósito, Jim, esse lugar é fascinante!
- Sim, Spock... Chama-se RETIRINHO e é a casa da irmã da pessoa que procuramos. Chama-se Fabiola Emanuelle...
- Ela não tem um nome longo também!
- Não, Spock! As “nomenclaturas finais” é apenas uma maneira de referenciar à linhagem familiar, como já expliquei... A família é “Costa Ribeiro”... O pai é “Manoel Leite Ribeiro” e a matriarca é “Lucileide Ribeiro”, o nome de solteira, da mãe, é "Araujo"...
- Complicado... Mas aqui consta outro sobrenome, um tal de “Musashi”!
- Essa é uma longa história, mas, segundo o Sr. Tchecov, eles estão logo ali...
- Parecem felizes, Jim!
- Sim, estão tomando umas cervejas e comendo “churrasco”! – disse Kirk todo animado – E tem umas garotas bonitas também!
- Isso é bem típico do século XX e XXI... Assar bovinos, suínos, ovinos ou caprinos em brasas encandecestes e tomar bebidas destiladas, ou fermentadas, mas isso foi considerado ilegal em 2030...
- Sim, mas estamos em 2014 e eles são brasileiros, cearenses... Então, se oferecerem algo, aceite e diga “muito obrigado” e não faça desfeita! 
- Mas... Capitão...
- Sem mas... E acho que vou levar umas mil grades dessas “buchudinhas” pra Enterprise!
- Eu prefiro experimentar a tal de cachaça! – disse Spock! 
[...]
Resumindo a história: Kirk e Spock, além de saírem bêbados, obtiveram ajuda de Ricardo José e ainda saíram morrendo de rir das marmotas que viram. 
Nem o Vulcano se controlou no meio da bagunça. Infelizmente Ricardo recusou o cargo na engenharia. como assistente temporário do Sr. Scott, na Enterprise, mas Cap. Kirk deixou o convite em aberto!


FIM?

Do livro IDIOSSINCRASIAS II, de Henrique Musashi.

sábado, 14 de junho de 2014

O livro O TIGRE E A PRINCESA, um conto para todas as idades.

O TIGRE E A PRINCESA - Histórias que ensinam! 
por Henrique Musashi, 2.ª Edição. 

Sinopse: Originado do lindo poema “O menino poeta e a princesa menina” – de Henrique Musashi, este é um conto fabuloso que narra uma história de amor entre o príncipe Hu e sua amada, a plebeia Aiyume. Este amor enfrenta o ambicioso e perverso Oni, que se torna rei usurpando o trono e mantendo o casal afastado por meio de forças malignas. Como maldição, a bela Aiyume é mantida prisioneira do Rei Oni, enquanto Hu é obrigado a viver numa cabana no topo de uma colina, sob a forma de homem-tigre, tendo como companheiro Mheo, um sapo bobo e fofoqueiro, que consegue manter vivo o bom humor diante do drama vivido. O conto é narrado de forma poética revelando elementos da sabedoria oriental, nos remetendo a um passado imaginário, mas abordando o comportamento humano cujos ensinamentos são atemporais. Por isso, é indicado para um público infanto-juvenil, visto que ainda encontra-se em formação de valores e dos princípios que norteiam a conduta ética e moral, porém, também recomendado para adultos que são capazes de se encantar com uma bela narrativa e desvendar o seu desfecho.


Edição: (2) (2013) Número de páginas: 124 Tópicos: Ficção, Romance, Contos De Fadas, Folclore E Mitologia, Aventura, Literatura Infanto Juvenil, Educação . 



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terça-feira, 3 de junho de 2014

O livro FIOREFALSUS II - Wang e a ética dos Imorais

A 2.ª edição do livro FIOREFALSUS II - Wang e a ética dos Imorais, por Henrique Musashi.

         
     
Sinopse: Após seu primeiro divórcio, onde sofrera mais que prejuízos materiais, Marco Wang se torna um homem frio e superficial, passando a se relacionar com várias mulheres que encarassem seu estilo de vida “pegador”, inclusive se envolve com sua psicóloga. Levava sua vidinha de solteiro até conhecer Morgorena, quando surge o interesse mútuo em algo verdadeiramente sério. Apaixonado e cheio de esperanças Wang muda-se para Aderaldópolis, uma cidade repleta de fanáticos religiosos e condescendentes à corrupção local.
Sendo ele um não-cristão, com hábitos peculiares, tendo apenas seus talentos para seu “ganha-pão”, percebe os bastidores de um grupo de pessoas terrivelmente perturbadas de mente e espírito. E acaba provando das maiores nuances da maldade e julgamentos levianos. Encarava tudo numa boa, até sentir a sua vida e projetos pessoais serem sabotados pela família de sua companheira e começar a reagir. Em meio a tudo isso ele descobre, de forma assustadora, que existe vida após a morte, entrando em conflito com suas próprias crenças.
Fiorefalsus II, uma leitura proveitosa para quem tem espírito questionador. Uma leitura terrível para quem não quer se encontrar com a vida como ela é.

* ATENÇÃO: Este livro contém narração de cenas de intercurso sexual, portanto não é indicado para menores de 18 anos.
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Padrão (A5 14,8 x 21cm)

Prof.ª. Consola Freitas
Fiorefalsus II retrata a trajetória de um homem num intercurso familiar e social que se depara no seu cotidiano com questões de natureza afetiva, profissional, as quais irão de encontro aos seus princípios e valores éticos e morais. Marco Wang, personagem central do enredo, é um indivíduo comum, embora com traços peculiares, que não se enquadra nos estereótipos sociais preestabelecidos e nem se curva diante de atitudes preconceituosas e ações inescrupulosas. Portanto, é um livro, cuja leitura tem a intenção de inquietar o leitor e nos fazer pensar nas relações que, historicamente, vem sendo construídas nos espaços sociais nos quais vivemos e nas posturas por nós assumidas. Quem o ler, e eu recomendo, poderá sentir que no cerne da ficção está a nossa vida. Parabéns pelo seu trabalho, Musashi. (Professora Consola Freitas – Russas/CE)


Trailer do livro na voz de Fred Ravella.

Sobre Ética e Moral em Fiorefalsus II 



         Pesquisando sobre tais conceitos, sobre o assunto, vimos que no contexto filosófico, ética e moral possuem diferentes significados. A ética está associada ao estudo fundamentado dos valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade, enquanto a moral são os costumes, regras, tabus e convenções estabelecidas por cada sociedade. Os termos possuem origem etimológica distinta. A palavra “ética” vem do Grego “ethos” que significa “modo de ser” ou “caráter”. Já a palavra “moral” tem origem no termo latino “morales” que significa “relativo aos costumes”. (www.significados.com.br) 

          A capa do livro FIOREFALSUS II, por si só, já granjeia nossa atenção pela ilustração expressiva cheia de significados simbólicos a serem entendidos ao longo da leitura. E a ousada expressão no subtítulo: “a ética dos Imorais”, uma afirmação contraditoriamente barroca, embora não seja uma apologia, em atribuir ética à imoralidade, já nos dá uma pista do que iremos encontrar nas páginas desta obra que promete ser um livro que vai mexer com nossos sentimentos e percepções do cotidiano, desafiando nossa sensibilidade e tocando nossos preconceitos mais discretos. Na verdade estas reflexões são promovidas pelas ironias clássicas ao estilo originalmente despojado e filosófico do autor Henrique Musashi que adora levantar questões polêmicas, fazer questionamentos, formar opiniões, levando o leitor a uma profunda reflexão sobre o nosso comportamento humano. 

          Este romance, crônico e poligênero, entre as perguntas que nos faremos encontrarão umas em especial a chamar a atenção ao longo do livro: Vale a pena sermos corretos? Vale tudo pra defender a família, mesmo mentir, trapacear e caluniar apenas com o intuito de manter um “bom nome”? Onde estará, nestas horas, a fé e a honestidade que alegamos ter? 



          Fiorefalsus II é um romance dramático, com cenas fortes de um “thriller social”, onde o medo e a repulsa não são provocados apenas pelos fantasmas que poderemos encontrar em suas páginas, mas os verdadeiros antagonistas são pessoas comuns, seus comportamentos mesquinhos e egoístas a nos revelar os bastidores de uma família perturbada de mente e espírito, narrada em primeira pessoa pelo protagonista da história – Marco Wang, que se envolve com os entes queridos de sua companheira – Morgorena depois que vai morar em uma cidade repleta de pessoas fanáticas religiosas, sendo ele um “sincrético” acaba provando das maiores nuances da maldade promovida pela inveja, ganância e desequilíbrio emocional de terceiros. Uma leitura proveitosa para quem gosta de questionamentos sociais e religiosos, um livro feito para quem tem personalidade forte e questionadora. Uma leitura terrível para quem não quer se encontrar com a vida como ela é de verdade.




Este livro é dedicado à memória de um grande amigo – Marco Rencelj, que inspirou um dos personagens – Paolo Esloveno, tendo também sido colocado o nome do protagonista, Marco Wang, em sua homenagem, sem alusão qualquer fato de sua vida, a não ser o próprio fato de ser um grane amigo e irmão. Rencelj veio a falecer em julho de 2013 em sua cidade natal – Florença, Itália, deixando dois filhos – Luigi e Matteo, sua esposa Ana Lúcia Rencelj, em Aracati, Ceará, terra que adotara como sua cidade e nossa nação como sua segunda pátria. - In memoriam de Marco Rencelj!


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Padrão (A5 14,8 x 21cm)

       




domingo, 11 de maio de 2014

Livro "SEDUZA-ME!", 2014, 3.ª edição.


SEDUZA-ME! As nuances do Amor. 

2014, 3ª edição.
Autor: Henrique Musashi 



Sinopse: A arte da sedução é narrada com todo o romantismo de Henrique Musashi, propiciando aos leitores imergirem nos seus poemas e encontrarem águas claras ou turvas em suas proezas poéticas. Quem deseja conhecer as várias nuances do amor, pode aventurar-se neste livro, onde irá descobri-lo na expressividade das emoções, como desejos e ardências, medos e aflições, encantos e embelezamentos, perdas e separações, paixões e contemplações. Decerto, a leitura poderá despertar impressões variadas, mas todos irão se identificar com muitos de seus versos, pois apesar das experiências pessoais de cada leitor, há um turbilhão de sentimentos pulsando no coração de cada um. Por isso, não tenha medo de enfrentá-los com a ajuda dos instigantes poemas do “Seduza-me – As nuances do Amor”, você poderá encará-los a sós ou na companhia da pessoa amada. Fica aqui o convite!

*Livro para maiores de 18 anos!

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CRÍTICA LITERÁRIA: “Crônicas do bom viver”

CRÍTICA LITERÁRIA, POR ELIENE MAGALHÃES

Quem é o autor?

Henrique Musashi
    Henrique Musashi, um cearense de ancestralidade asiática, Budô, conhecedor de costumes orientais, dentre outras diversidades de ofícios. É imortal da AAL - Academia de Letras de Aracati, tem como patrono o então Barão de Aracati. Tem várias obras escritas, um feroz criador de histórias e escritor nato de poemas, crônicas, fábulas, romances e contos. Dentre tantos escritos publicados estão: Seduza-me; Social Carrasco; O Tigre e a Princesa; Uma Fábula e um Conto; O Elefante e a Anaconda; O Senhor das Mascaras; Idiossincrasias Românticas; Fiorefalsus - Romance Ficção; Fiorefalsus II - Wang e a Ética dos Imorais.

Sua obra “Crônicas do bom viver”


      A obra de Henrique Musashi contempla uma narrativa no gênero textual em forma de crônicas de sua vida pessoal, aplicando uma literatura de autoajuda, abordando fatos cotidianos, desfechos e fatos de sua vida no passado vivido pelo autor. Com isso o autor problematiza os fatos, numa conversa íntima acentuando como o leitor pode fazer para evitar certas situações cotidianas nas relações interpessoais. 
Na sua literatura, Henrique aponta valores, situações da vida cotidiana, com uma certa dureza e, às vezes, usando a arrogância daqueles que passaram por sua vida de forma infeliz. O autor problematiza as situações de forma humorística e, ao mesmo tempo, com dureza, desenvolvendo nas linhas medidas para que o leitor não se submetam a passar por infelizes momentos.

Não aponta culpados, fala de situações reais, sem citar nomes, ironiza sem perder a ternura, dá depoimentos, sem que banalize a vida dos personagens vividos, nas crônicas reais. Desenrola situações perversas com doçura e, ao mesmo tempo, com a acidez das marcas que deixaram e fizeram que hoje ele seja o autêntico Henrique Musashi - o "literato da função social".

A literatura de autoajuda não só normatiza seu grito interior, mas servirá como uma terapia para os que, na vida, precisam de "um norte" para entenderem por onde começar a mudança e saibam que, com a vivencia de muitos outros, podem evitar em seguir caminhos tortos.

É bom saber que o leitor poderá com este livro, de Crônicas do Bom viver, se espelhar nos percalços vividos pelo autor, que a  literatura de autoajuda  é um gênero atualmente muito procurado pelos leitores em busca de autoconhecimento, de orientação espiritual, de ajuda para seguir a vida cotidiana. Ela atua como um indicador, uma bússola, para saber trabalhar a ansiedade, a baixa autoestima, as frustrações, as perdas, as separações, o luto, o desemprego, a angústia e o estresse, que são males tão característicos da modernidade do século XXI. Uma boa leitura a todos!

       Prof. Eliene Magalhães                                   
Mestranda em educação pela UFC, sindicalista, escritora, poetisa, graduada em Ciências da Religião, Pedagogia, História e Letras. Especialista em Ensino Religioso, História da África e Psicopedagogia

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